Sapatos, o que seria de nós sem sapatos?


Fotografia Stradivarius

Sim, andávamos descalços, pois claro (juntamente com algumas dores nos pés). Mas muitos conjuntos perdiam a graça também.


Há anos em que vou às lojas e não gosto de praticamente nada e outros, como este, em que adoro tudo nas coleções. Ou seja, não são apenas as camisas ou os chapéus. É tudo isso mais as blusas, as calças, os jeans, os acessórios e sim, os sapatos também estão na lista.


Há bem pouco tempo falei sobre o meu amor pelas malas, agora chegou o momento de glória do calçado. Se me dissessem que aos 23 anos ia combinar ténis com sobretudos, por exemplo, provavelmente não acreditava. Acho que desde o 10.º ano que não os calçava, sem ser para a dança. E botas com aplicações? Pois, dificilmente.


Qual era o problema? Jogar pelo seguro. Esqueçam isso. Hoje em dia é na mistura de estilos que conseguimos os looks mais giros. Por isso, vamos fazer um acordo? Vamos todas perder o medo de arriscar.


Os sapatos da avó, como costumo chamar, são um desses exemplos. Adoro as versões em preto e bege, e agora estou completamente vidrada num modelo azul quartz da Parfois. Inicialmente, tinha alguma vergonha de andar com sapatos deste género e agora são um dos meus grandes amores. E como esta loja quer levar-me à falência, também há umas sandálias lindas que nunca pensei vir a gostar.


Vá, não vou contar-vos já tudo. Espreitem lá a galeria abaixo para verem os sapatos que quero trazer para casa.


Também vais querer ler isto